sábado, 25 de setembro de 2010

Tribuna do Norte | UFRN divulga concorrência para o vestibular de 2011

Tribuna do Norte | UFRN divulga concorrência para o vestibular de 2011

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Semana da pátria - Desfile Cívico

Semana da pátria - Desfile Cívico

Semana da pátria - Desfile Cívico

Semana da pátria - Desfile Cívico

Semana da pátria - Desfile Cívico

Semana da pátria - Desfile Cívico

Semana da pátria - Desfile Cívico



O desfile cívico de Acari, realizou-se hoje, 7 de setembro, às 16 horas e teve como tema: PÁTRIA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA, as pessoas lotaram as ruas da cidade para prestigiarem o desfile das escolas.

O número significativo de pessoas prestigiando o desfile demonstra o quanto a comunidade valoriza o trabalho da Prefeitura de Acari, da Secretaria de Educação e das escolas.

As bandas de música abrilhantaram o desfile com suas evoluções.

A direção e professores não economizaram na criatividade para dar um colorido especial no trecho do desfile das ruas Silvino Adonias Bezerra , Rua da Matriz com a concentração no centro da cidade. A Polícia Mirim também participou abrindo o desfile e concluindo com o arreamento da bandeira junto ao Prefeito Municipal, Antônio Carlos.

As escolas foram muito elogiadas pelo empenho, e a população também aplaudiu as evoluções das Bandas.


O prefeito Antônio Carlos destacou a harmonia dos educadores em torno do desfile, e prometeu que no próximo ano a população novamente terá um evento cívico participativo.

 “Acredito que os munícipes que assistiram ao desfile, assim como eu, ficaram emocionados e orgulhosos de nossos educadores e alunos", valorizou o prefeito.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

07 de Setembro de 2010 - 188 anos de Indapendência.

A invenção do grito



 
A imagem mais conhecida da Independência mostra d. Pedro às margens do Ipiranga. Mas o acontecimento nem sequer era comemorado no início do Império. 7 de setembro foi mesmo o dia em que rompemos com Portugal?




                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                 A imagem de d. Pedro I desembainhando a espada no alto do Ipiranga é uma das representações mais populares da história do Brasil. Há muitas décadas ela figura em livros didáticos e ilustra páginas de revistas e jornais por ocasião das comemorações da Independência. Diante dela temos a impressão de sermos testemunhas do evento histórico, aceito naturalmente como o “marco zero” da fundação da nação. No entanto, essa imagem é fruto da imaginação de um artista que nem mesmo tinha nascido no momento em que o episódio ocorreu.

Historiadores têm demonstrado que foram necessárias muitas décadas para que o hoje famoso episódio do “Grito do Ipiranga” adquirisse o status que ele possui no contexto das narrativas sobre a Independência. Como demonstra a pesquisadora Cecília Helena Salles de Oliveira em seu estudo sobre o tema, a data de 7 de setembro não foi considerada, de início, particularmente relevante como marco simbólico da formação da nação, nem pela imprensa, nem pelo próprio d. Pedro.

Em carta dirigida aos paulistas, no dia seguinte ao episódio ocorrido às margens do Ipiranga, o príncipe fala da necessidade urgente de retornar ao Rio de Janeiro em função das notícias recebidas de Portugal. Na longa carta, não há qualquer referência ao “grito”. A Independência do Brasil não estava inteiramente consumada. Dependia também de negociações políticas. Também em carta dirigida ao seu pai a 22 de setembro, d. Pedro não faz referência ao evento.

Da mesma forma, os jornais de época, que ensaiaram as primeiras narrativas sobre a Independência do Brasil, não traziam qualquer menção à data de 7 de setembro. O Correio Braziliense, por exemplo, publicou uma notícia declarando a data de 1º de agosto como marco da emancipação. Era a data em que o príncipe enviou o Manifesto às Províncias do Brasil, no qual se desobrigava de obedecer às ordens das Cortes de Lisboa. O redator do jornal Regulador Brasileiro, por sua vez, apontaria a data de 12 de outubro, na qual ocorreu a aclamação de d. Pedro I como Imperador do Brasil, como o verdadeiro marco da criação da jovem nação. Outras datas, como o 9 de janeiro, dia do “Fico”, em que d. Pedro I recusou-se a embarcar para Portugal desobedecendo as ordens dadas pelas Cortes de Lisboa, ou a de 1o de dezembro, data da coroação, foram mencionadas, mas nunca o 7 de setembro.

07 de Setembro de 2010 - 188 anos de Indapendência.

Independência do Brasil
História da Independência do Brasil, Dom Pedro I, Grito do Ipiranga, 7 de setembro, História do Brasil Império, Dia da Independência, transformações políticas, econômicas e sociais, dependência da Inglaterra no Brasil

História da Independência do Brasil - pintura, quadro de Pedro Américo
Independência ou Morte: 7 de setembro de 1822 - quadro de Pedro Américo

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico

Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."

O processo de independência

Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.

Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

Pós Independência

Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.

Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Semana da pátria - Desfile Cívico



Será nesta 3ª feira, 7, o Desfile Cívico em Acari, em Comemoração a Independência do Brasil. A concentração será às 16horas em frente a Igreja do Rosário.

TEMA DO DESFILE: "PÁTRIA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA."

Ordem do desfile com subtemas:

Polícia Mirim: Voluntariado, um ato de amor, doação e compromisso social.

E.E. Dr. José Gonçalves de Medeiros
: Pensar e atuar em educação ambiental:Desafio para todos.

Pelotão da Saúde:Semana Nacional do Aleitamento Materno 2010 - Incentivo ao Hospital Amigo da Criança.


E. M. Cantídia Auda Pires:
Unidos pela paz: educação e cidadania.

Escola Realidade em Cristo MAANAIM
: A Pátria amada construída através da educação, resulta no cidadão consciente.

Centro Municipal de Ensino Rural de Acari:Acari: Cidade amada, vida respeitada.

E.M. Profª Terezinha de Lourdes Galvão: Brasil: um país tecido por todos nós!

E. M. Cipriano Santa Rosa: Conhecimento...um passo de liberdade.

E.M. Profª Porfíria Pires: Patriotismo se faz com cidadania.

E.M. Major Hortêncio de Brito: Cidadania não é dever de casa: é lição de vida.

E.E. Profª Iracema Brandão de Araújo:
Educar é nossa meta!

E. E. Tomaz de Araújo:
A conquista da cidadania:direitos e deveres.

As bandas que abrilhantarão o desfile:
>> Polícia Mirim;
>> Grupo de Percussão do PETI;
>> Banda Municipal de Acari( este ano com uma inovação, a banda também vai desfilar com um pilotão feminino, composto por 36 mulheres);
>> Banda Marcial da E. M. Calpúrnia Caldas Amorim de Jardim do Seridó.

A história é desconstruída por falta de conhecimento dos alunos.

A história é desconstruída por falta de conhecimento dos alunos.

“Ouviram do Ipiranga as margens plácidas. De um povo heróico o brado retumbante. E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos, brilhou no céu da Pátria nesse instante.”

Os versos poéticos do Hino Nacional Brasileiro - escrito pelo jornalista Joaquim Osório Duque Estrada, para ilustrar a ruptura do Brasil com Portugal - parecem não ecoar na memória do brasileiro, sobretudo dos mais jovens. Exceto pelo desfile cívico e palestras realizadas em escolas durante a Semana da Pátria, a impressão é que se o brasileiro ouviu ‘O Grito do Ipiranga’, já esqueceu. Assim como a outros acontecimentos da história do país.

Para testar o nível de conhecimento sobre o assunto, a TRIBUNA DO NORTE aplicou entre estudantes de duas turmas do 9º ano do ensino fundamental, de escolas das redes pública e privada, um questionário sobre história do Brasil. Foram sete questões feitas aos adolescentes, com idades entre 12 e 13 anos, intencionalmente, a cerca de datas, símbolos e personagens que marcaram a trajetória desde a descoberta à democracia do país. (Teste seus conhecimentos com o questionário aplicado nas escolas, na pág. 3 ). O resultado revela rasa noção sobre fatos históricos e uma necessidade urgente de se rever o modelo de ensino, no intuito de congregar a análise contextualizada com os factuais.

Nenhum dos estudantes soube responder quem era o patrono da Independência, apesar dos livros apresentarem José Bonifácio de Andrada e Silva como autor da carta agitadora, que persuadiu Dom Pedro da impossibilidade de entendimento com a Corte Portuguesa. O título de patrono foi atribuído a Dom Pedro entre os estudantes da rede privada, e ao marechal Deodoro da Fonseca, entre os da escola pública. Não houve acertos sobre o ano de início e fim do governo militar no Brasil. Época que não passaria sem riqueza de detalhes e alguma comoção, se questionada ao público acima dos 30 anos.

Foi comum trocarem o ano da Proclamação da República (1889), com o ano da promulgação da Constituição Federal (1988) ou ainda fundir o nome de dois presidentes - criando um Fernando Henrique Collor - para aquele afastado do governo por impeachment.

Mas a justificativa alegada pelas turmas é respaldada pelos professores e coordenadores pedagógicos. O modelo atual de ensino não aborda a fixação de datas e ícones. Inclusive, há muito não são mais cobrados em exames de vestibular ou no Enem, o que desobriga o aprendizado. “Algumas coisas a gente decora só para a prova. Os professores mesmo dizem que não é preciso gravar as datas, que já vêm na pergunta”, observa o estudante Pedro Henrique Braga de Moraes. Não há como fixar, acrescenta Sayonara Santos, também aluna do 9º ano, se o conteúdo é restrito a determinadas séries. “Acho que história do Brasil, geral ou do RN, deveria ser dada desde os primeiros anos até chegar na faculdade”.

Desconhecer símbolos nacionais, como o Hino da Independência, não acarreta prejuízos para formação pessoal e intelectual na opinião dos alunos. “Não é usado. Diga um evento na escola ou fora dela em que se canta este hino? Eu nunca ouvi. Diferente do (hino) nacional que é cantado em jogos de futebol”, conclui Marcos Leon Camilo Valdivino, 13, que reconhece que é preciso aprender mais sobre história da nação. “Não tem muito livro sobre história do Brasil. A gente vê naquele ano e pronto”, acrescenta Jéssica Nóbrega, 15 anos.

Resultado era o esperado por professores

Apresentado a alguns educadores, o resultado do questionário não surpreendeu. Para o coordenador pedagógico e professor de história Gilson Barbosa, o estilo – factual - não se encaixa na metodologia de ensino implantada com a reforma pós-regime militar, quando a antiga disciplina de Moral e Cívica foi abolida das instituições.

“Não é mais valorizada a questão da data, do personagem. É dado, claro. Mas o ensino da História do Brasil é feito de modo contextualizado, buscando a interpretação dos fatos”. Mas, ele opina que o conteúdo da antiga grade, que obrigava estudantes ao hasteamento da bandeira e cantar o hino nacional às quintas-feiras, conhecer brasões e demais ícones da história, deveria ter sido melhor aproveitada na reforma pedagógica.

O conteúdo para turmas de 9º ano, explica o professor José Gomes Gonzaga, aborda questões de conflitos e economia da história contemporânea e geral sempre fazendo comparativos com a história do país. “O método atual abandonou o vício de decorar e levou a a pensar. O esquecimento é falta de interesse dos alunos”, disse.

Para Gleydson José Bento Lima, assessor técnico pedagógico da Secretaria Municipal de Educação, os professores trabalham dentro dos parâmetros curriculares nacionais que prima por uma visão interpretativa dos acontecimentos, não só a data. O plano pedagógico contempla os dois lados, mas o trabalho em sala de aula varia de acordo com o professor. Como não há obrigatoriedade de se promover momentos cívicos aos moldes antigos, fica a critério de cada instituição.

“O estilo tradicional apontava para os heróis e mitos da história, até pelo contexto nacionalista da época da ditadura. Nesta versão mais moderna, se busca a explicação. Não fixar estes dados não mina a capacidade de análise”, enfatiza.

“Cidadãos brasileiros sem identidade nacional”

Formar cidadãos sem identidade pessoal e memória cultural. É este o risco apontado pelo professor de história Fábio Moreira, com modelo atual de ensino da história do Brasil. Ao passo que o esquema pegunta-resposta, do tipo “Quem descobriu o Brasil? Pedro Álvares Cabral”, caiu de moda.

A abordagem atual dá mais subsídios aos alunos para avaliar fatos, como perceber que o 7 de Setembro de 1822 foi o ápice de um acontecimento que integra o processo de crise do antigo sistema colonial, iniciado com as revoltas de emancipação no final do século XVIII, como a Inconfidência Mineira (1789).

“O prejuízo de focar o ensino mais na formação crítica de cidadãos, em detrimento da memória cultural, é a perda da identidade enquanto pessoa e brasileiro”, frisa o professor. Hoje é mais fácil um estudante conhecer bandeira, hino e datas dos Estados Unidos – acrescenta – trabalhados nos veículos de massa.

Para a diretora do Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE), Claudia Santa Rosa, privilegiar mais um aspecto que outro do mesmo evento ocorre por um “desvio pedagógico” para se manter um estilo mais contemporâneo. “Para dar condições de análise, é preciso que o estudante domine o quando, quem e onde aconteceu, não só o quê, como e porquê. Para não deixar lacunas no aprendizado que se leva para a vida”. Ao renegar as amarras de um período de ditadura militar, não se poderia ter abandonado de todo o modelo.

Para ela, é responsabilidade da escola direcionar e definir a forma de trabalhar a educação. A pedagoga e vice-diretora da rede pública, Jailde Oliveira, alerta para urgente mudança em resgate da história. “A escola continua sem dar capacidade dos alunos interpretar e escrever”.

Alunos não sabem nome do patrono da Independência

Esta semana a TRIBUNA DO NORTE contatou algumas escolas públicas e privadas para aplicar um questionário com o objetivo de testar os conhecimentos dos alunos do ensino fundamental sobre a história do Brasil. Apenas duas escolas concordaram em aplicar nosso questionário em turmas do 9º ano, com o compromisso do jornal de não identificá-las nem muito menos os alunos. Acordo feito, o jornal aplicou um questionário com sete perguntas, todas subjetivas. As questões foram apresentadas aos adolescentes, com idades entre 12 e 13 anos, intencionalmente, a cerca de datas, símbolos e personagens que marcaram a trajetória desde a descoberta à democracia do país.

Nenhum dos estudantes soube responder quem era o patrono da Independência, apesar dos livros apresentarem José Bonifácio de Andrada e Silva como autor da carta agitadora, que persuadiu Dom Pedro da impossibilidade de entendimento com a Corte Portuguesa. O título de patrono foi atribuído a Dom Pedro entre os estudantes da rede privada, e ao marechal Deodoro da Fonseca, entre os da escola pública. Não houve acertos sobre o ano de início e fim do governo militar no Brasil. Época que não passaria sem riqueza de detalhes e alguma comoção, se questionada ao público acima dos 30 anos.

Os alunos fundiram o nome de dois presidentes - criando um Fernando Henrique Collor - para aquele afastado do governo por impeachment.

sábado, 4 de setembro de 2010

SER PROFESSOR

Ser professor é professar a fé e a certeza de
que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz
pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou...
Ser professor é consumir horas e horas pensando
em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo
todos os dias, a cada dia é única e original...

Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e,
diante da reação da turma, transformar o cansaço
numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...

Ser professor é importar-se com o outro numa
dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que
necessita de atenção, amor e cuidado.

Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena,
sem sair do espetáculo".

Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que
o aluno caminhe com seus próprios pés...
Autor: (Desconhecido)